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O Porco preto
De raça Alentejana
Os porcos domésticos têm origem nos javalis selvagens que se foram dando origem a várias raças locais, consoante a geografia em que se encontravam.
Estas raças foram-se adaptando ao clima e ecossistema presente nessa região, nomeadamente na Península Ibérica.
No caso do Alentejo, desenvolveu-se um subtipo que é o Porco Preto de Raça Alentejana, caracterizado pela sua rusticidade, temperamento vivo, capacidade de engorda com bolota e qualidade da carne. A este subtipo pertencem várias linhas genéticas como é o caso da Lampinha, Ervideira, Caldeira e Mamilada.
O Porco de Raça Alentejana é uma subraça específica portuguesa, com selecção genética própria ao longo de séculos no Alentejo, focada na pureza racial e produção extensiva tradicional.
Os nossos porcos são criados em extensivo ao longo dos seus 14 a 20 meses de vida, e aproveitam tudo o que de bom o montado de sobro e azinho alentejano tem para lhes proporcionar, sem pressas e em perfeita harmonia com a natureza. O Porco Preto de Raça Alentejana diferencia-se pelas suas orelhas pequenas e finas caídas para a frente, pelo seu focinho esguio e patas finas.
Durante o inverno e primavera alimentam-se das ervas presentes no campo, dos restolhos de verão e outono, e complementam a sua alimentação com bolota durante os meses outubro a fevereiro, período designado por montanheira.
A bolota é um alimento essencial para conferir à carne características de aroma e sabor únicos, para além de contribuir para que a gordura destes animais seja rica em ácidos oleicos, fonte do “bom colesterol”.
No período mais activo da sua vida, durante a montanheira, os animais podem percorrer entre 10 a 14km por dia para garantirem a sua satisfação de alimento. Ao longo destes meses um porco pode chegar a ganhar 1 quilo por dia, atingindo no final da sua vida um peso entre os 160 e os 180 quilos.
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